INCENDIOS 15-16 OUTUBRO - MAIS INFO


Para participação de sinistros relativos aos incêndios de 15-16 de outubro, nas zonas Norte e Centro de Portugal, as empresas de seguro disponibilizam os seguintes contactos:

Empresa de Seguro

Contacto telefónico

Horário

E-mail /Observações

Abarca Seguros, S.A.

211 383 408

08h30-18h30

vfernandes@abarcaseguros.com

Aegon Santander Portugal Vida, Companhia de Seguros de Vida, S.A.

217 807 369


Dias úteis,

08h00-20h00

aegonsantander@aegonsantander.pt

Aegon Santander Portugal Não Vida, Companhia de Seguros, S.A.

217 807 369


Dias úteis,

08h00-20h00

aegonsantander@aegonsantander.pt

Ageas Seguros - Assistência

213 102 450


Permanente 24h


Ageas Seguros - participação de sinistros

217 943 039

226 081 399

707 281 281

Dias úteis,

09h00-19h00

abertura.sinistros.patrimoniais@ageas.pt

AIG Europe LTD

213 303 360

09h00-17h00

vitor.rodrigues@aig.com


Allianz (Apoio local)

925 352 345

969 775 713

24h


936 520 693

09h-19h00

jorge.rodrigues@allianz.pt

Allianz (CallCenter)

213 165 300

24h

info@allianz.pt

Allianz (Assistência Viagem)

800 201 833

24h

travel@allianz-assistance.com.pt

ARAG SE - Suc em Portugal

217 615 325

09h00-13h00

14h00-17h00

geral@arag.pt

Axéria (APRIL)

213 433 362

09h00-17h00

sinistros@April-portugal.pt


Bankinter Seguros de Vida

211 150 808

8h45-16h45

bankintervida_bksvpt@bankinter.com


BBVA Seguros

210 337 242

24 horas

seguros.pt@bbva.com

BNP Paribas Cardif

213 825 540

09h00-18h00

pt_sinistros@cardif.com

Caravela Seguros

217 958 690

Dias úteis,

08h00-18h00

sinistros.automovel@caravelaseguros.pt

sinistrosnaoauto@caravelaseguros.pt


CHUBB European Group Limited - Sucursal em Portugal

214 402 500

Dias úteis,

09h00-17h00

paula.lourenco@chubb.com

ana.cavaco@chubb.com

Crédito Agrícola Seguros

213 806 080

09h00-17h30

patrimoniais.sinistros@ca-seguros.pt


Crédito Agrícola Vida, Companhia de Seguros, S.A.

211 111 800

09h00-17h30

vida@cavida.pt

Europ Assistance

213 886 282

24 horas

assistencia24H@eap.pt

Fidelidade - Companhia de Seguros, S.A.

211 225 112

08h00-20h00

Esclarecimentos telefónicos e participações de sinistros

Generali - Companhia de Seguros, SA

213 703 113

08h00-20h00

participacaoauto@generali.pt

participacaopatrimoniais@generali.pt


Generali Vida - Companhia de Seguros, S.A.

213 112 800

09h00-18h00

sinistrosvida@generali.pt

GNB-Companhia de Seguros, S.A.

800 200 418 (linha verde)

8h45-16h00

geral@gnb-seguros.pt

Groupama Seguros

217 923 100

09h00-17h00

sinistros.groupama@groupama.pt

Liberty Seguros

808 243 000

24h00

sinistros@libertyseguros.pt

Lusitania, Companhia de Seguros

210 407 511

Dias úteis,

08h30-19h30

sinistros@lusitania.pt

Lusitania Vida Companhia de Seguros, SA

213 814 860


8h45-16h45

tecnica@lusitaniavida.pt

MAPFRE Seguros

220 100 916

08h45-16h45

paulavidal@mapfre.pt

MetLife Europe d.a.c. - Sucursal em Portugal

808 500 005

Dias úteis,

08h45-12h45

13h45-16h45

apoiocliente@metlife.pt

Mútua dos Pescadores - Mútua de Seguros, CRL

213 936 327

Dias úteis,

08h45-12h45

13h45-16h45

jose.bebiano@mutuapescadores.pt

N Seguros

220 401 252

Dias úteis,

08h45-22h00

info@nseguros.pt

Ocidental Seguros - Assistência

210 321 844

Dias úteis,

09h00-19h00


Ocidental Seguros - Sinistros Multirriscos

210 096 495

Dias úteis,

09h00-19h00

sinistros.patrimoniais@ocidental.pt

OK! Teleseguros

(Via Directa - Companhia de Seguros)

217 912 827

08h30-22h00

Esclarecimentos telefónicos e participações de sinistros

Popular Seguros/Eurovida

217 225 526

24 horas

sinpat.popseguros@eap.pt

Prévoir Vie

226 051 470

08h45-16h45

gestao@prevoir.pt

Real Vida Seguros

220 410 700

09h00-12h45

14h00-16h45

sinistros@realvidaseguros.pt

RNA Seguros de Assistência

210 443 600

24 Horas

geral.sinistros@rna.com.pt

Seguradoras Unidas - Açoreana

707 200 116

08h30-20h00

sinistros@acoreana.pt

Seguradoras Unidas - Logo

707 999 288

08h30-20h00

sinistros@logo.pt

Seguradoras Unidas - Tranquilidade

213 863 322


08h30-20h00

linhasinistros@tranquilidade.pt

Seguros Continente Auto (Via Directa - Companhia de Seguros)

217 948 733

08h45-18h00

Esclarecimentos telefónicos e participações de sinistros

VICTORIA-Seguros, S.A.

VICTORIA-Seguros de Vida, S.A.

808 206 112

24 horas

victoria@victoria-seguros.pt


Zurich

218 645 222

936 007 443

08h45-12h45

13h45-16h45

sonia.leite@zurich.com




COMUNICADO DIVULGADO A 30.11.2017


APOIO AOS FAMILIARES DAS PESSOAS FALECIDAS NOS INCÊNDIOS DE 15 E 16 DE OUTUBRO

COMPENSAÇÕES DO FUNDO SOLIDÁRIO DO SETOR SEGURADOR VÃO COMEÇAR A SER PAGAS


Já foram analisados 39 processos, das 45 vítimas dos incêndios de 15 e 16 de outubro

A Associação Portuguesa de Seguradores estima que as compensações estejam todas atribuídas e a maior parte delas pagas até ao final do ano


Depois de concluída a apreciação dos processos de atribuição de compensações devidas pelo Fundo de Solidariedade constituído pelas empresas de seguros, para apoio aos familiares das pessoas falecidas no incêndio de Pedrógão Grande, as empresas de seguros decidiram reforçar o Fundo e, aplicando os mesmos critérios, apoiar os familiares das pessoas falecidas nos incêndios de outubro assim como os feridos muito graves.

A análise dos processos volta a ser acompanhada por Pedro Romano Martinez, Professor Catedrático e Diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que lidera a Comissão que definiu os critérios de atribuição das compensações e que avalia os processos e decide os valores a atribuir.

Neste momento já foram analisados 39 processos, das 45 vítimas destes incêndios, e estão em curso as diligências para se proceder ao pagamento dos montantes atribuídos, sendo que a APS estima que as compensações estejam todas atribuídas e a maior parte delas pagas até ao final do ano.

Estes dados foram apresentados, em Coimbra, pela Associação Portuguesa de Seguradores, no decorrer da deslocação de uma delegação de seguradores ao Distrito de Coimbra para contacto com as populações afetadas pelos incêndios de 15 e 16 de outubro e autarcas locais.

Já no dia anterior, 29 de novembro, a delegação dos seguradores deslocou-se a Viseu, onde contactou também populações afetadas pelos incêndios e autarcas locais.

Os principais objetivos de ambas as deslocações dos seguradores foi fazer um balanço do impacto dos sinistros de 15 e 16 de outubro nos Distritos de Viseu e Coimbra; avaliar a diferença entre as perdas económicas globais e as perdas protegidas por contratos de seguro e debater com os autarcas soluções que no futuro possam dar resposta mais rápida e eficaz quando ocorrem eventos de natureza catastrófica.

- fim -



COMUNICADO DIVULGADO A 29.11.2017


Incêndios de 15 e 16 de outubro

DANOS APURADOS ASCENDEM A MAIS DE 230 MILHÕES DE EUROS


Estão registados 4.177 sinistros cobertos por apólices de seguros

Os incêndios de outubro foram o maior sinistro da história da atividade seguradora em Portugal


Viseu, 29 novembro de 2017 - A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) tem vindo, como é habitual, a proceder ao apuramento dos danos cobertos por contratos de seguro, consequência dos trágicos incêndios do passado mês de outubro na zona Centro e Norte do país.

De acordo com o inquérito promovido pela APS, junto das empresas de seguros suas associadas, sobre os sinistros participados ao abrigo de contratos de seguro em vigor, registam-se 4.177 sinistros cobertos por apólices de seguros, a que corresponde um valor agregado de danos (pagos ou provisionados) superior a 230 milhões de euros, constituindo este o maior sinistro da história da atividade seguradora em Portugal.

Relativamente aos sinistros participados, 3.000 respeitam a seguros de habitações e cerca de 700 a seguros de atividades comerciais e industriais.

Já no que respeita aos danos apurados, quase 40 milhões de euros referem-se a danos em habitações a 150 milhões de euros a danos em estabelecimentos comerciais e industriais.

Relativamente aos veículos com cobertura de danos próprios, foram recebidas 160 participações, com um montante estimado de perdas superior a 2 milhões de euros.

Dos 230 milhões de euros de danos apurados, mais de 30 milhões de euros já foram efetivamente pagos.

Estes dados foram revelados hoje, em Viseu, pela Associação Portuguesa de Seguradores, no decorrer da deslocação de uma delegação de seguradores ao Distrito de Viseu para contacto com as populações afetadas pelos incêndios de 15 e 16 de outubro e autarcas locais.

Amanhã, 30 de novembro, a delegação dos Seguradores desloca-se a Coimbra, onde irá contactar também populações afetadas pelos incêndios de outubro e autarcas locais. Nesta deslocação a Coimbra serão revelados dados atualizados sobre o Fundo Solidário das Seguradoras para apoiar os familiares das vítimas dos incêndios.

Em ambas as deslocações da delegação dos seguradores -- Viseu e Coimbra --, os principais objetivos são fazer um balanço do impacto dos sinistros de 15 e 16 de outubro nos Distritos de Viseu e Coimbra; avaliar a diferença entre as perdas económicas globais e as perdas protegidas por contratos de seguro e debater com os autarcas soluções que no futuro possam dar resposta mais rápida e eficaz quando ocorrem eventos de natureza catastrófica.

- fim - 



COMUNICADO DIVULGADO A 27.10.2017

INCÊNDIOS 15-16 OUTUBRO

DANOS CAUSADOS PELOS INCÊNDIOS DE 15 E 16 DE OUTUBRO CONSTITUEM O MAIOR SINISTRO DA HISTÓRIA DA ATIVIDADE SEGURADORA EM PORTUGAL

Até ao momento foram participados mais de 2 mil sinistros mas este número deverá aumentar.

Numa primeira avaliação, as perdas seguras atingem valores da ordem dos 200 milhões de euros.


Lisboa, 27 outubro de 2017 - A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) já procedeu a um primeiro apuramento dos danos cobertos por contratos de seguro, consequência dos trágicos incêndios dos passados dias 15 e 16 de outubro na região Centro e Norte do país.

De acordo com o inquérito promovido pela Associação Portuguesa de Seguradores junto das empresas de seguros suas associadas sobre os sinistros participados ao abrigo de contratos de seguro em vigor, é já possível informar que os danos causados pelos incêndios ocorridos a 15 e 16 de outubro constituem o maior sinistro da história da atividade seguradora em Portugal.

Numa primeira avaliação, as perdas seguras atingem valores da ordem dos 200 milhões de euros, tendo sido, até ao momento, participados mais de 2 mil sinistros, mas estes números devem aumentar.

As seguradoras estão no terreno a recolher as informações necessárias para a gestão dos sinistros e pretendem regularizar os mesmos o mais rapidamente possível para que as pessoas e as empresas que, responsavelmente, seguraram os seus bens e património, possam retomar a normalidade possível nas suas vidas.


Fundo Solidário reforçado

Para além de assumirem, desde logo, o pagamento das indemnizações devidas, as empresas de seguro decidiram, igualmente, proceder ao reforço do Fundo Solidário que foi constituído por ocasião dos incêndios de Pedrógão Grande e, com base nos mesmos critérios, apoiar solidariamente os familiares das pessoas falecidas e os feridos graves que resultaram destes incêndios, privilegiando as situações em que não existe cobertura de seguros.

A constituição deste Fundo e o seu reforço assumem um caráter marcadamente excecional. José Galamba de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores explica que "importa encontrar soluções estruturais ao nível da prevenção, da literacia, da capacidade de avaliação e antecipação dos riscos, do ordenamento do território e da floresta, da repressão penal de condutas criminosas e outras que sejam aptas a contribuir para a mitigação dos efeitos das catástrofes, para a minimização dos seus impactos humanos e económicos, e para apoiar as populações que vierem a ser afetadas".

Ainda de acordo com o Presidente da APS, "o setor segurador manifesta, desde já, neste contexto, a sua disponibilidade para ser parte dessas soluções no quadro daquele que é o objeto próprio da sua atividade, tal como sucede na generalidade dos países europeus".



CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DAS COMPENSAÇÕES DO FUNDO SOLIDÁRIO DAS EMPRESAS DE SEGUROS 

 Considerandos:

  1. Entre os dias 17 e 24 de junho de 2017 lavrou um incêndio com proporções inusuais nos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos;
  2. No referido incêndio perderam de imediato a vida 64 pessoas, além de ter havido quase uma dezena de feridos graves;
  3. De entre as vítimas mortais, 47 perderam a vida na EN 236-1 e alguns dos feridos graves também se encontravam na referida estrada;
  4. As demais vítimas mortais faleceram em suas casas ou nas imediações de localidades por efeito de inalação de fumo ou queimadas;
  5. Trata-se do incêndio mais mortífero de que há registo em Portugal e, segundo relato oficial, o fogo deflagrou de forma ¿inesperada e assustadoramente repentina, surpreendendo todos¿;
  6. As seguradoras criaram um Fundo especial de 2,5 milhões de euros para apoio extraordinário a familiares das pessoas falecidas e a feridos graves;
  7. O Fundo foi criado tendo em vista ¿exclusivamente ajudar as famílias a reorganizarem as suas vidas e a fazer face a necessidades imediatas¿, com fim de solidariedade.

Tendo por base estes considerandos importa determinar as diretrizes que devem presidir à distribuição do valor constante do mencionado Fundo. 

Diretrizes: 

1. Delimitação temporal:

a) Mortes resultantes, diretamente, do incêndio em questão, ocorridas no sábado dia 17 de junho de 2017 ou nos dias imediatos, até sexta-feira, dia 30 de junho de 2017;

b) Feridos graves como consequência direta do incêndio, que sofreram ferimentos entre os dias 17 e 24 de junho de 2017;

2. Delimitação geográfica:

a) Mortes causadas pelo incêndio que lavrou nos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, independentemente do local onde ocorreu o óbito;
b) Feridos graves cujos ferimentos ocorreram nos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos em consequência do incêndio;

3. Delimitação quanto à finalidade prosseguida:

a) Só atende a danos pessoais;
b) Não pressupõe o pagamento de danos no âmbito de responsabilidade civil, nem interfere na eventual ponderação de situações enquadráveis na responsabilidade civil ou penal;
c) Em caso de falecimento, atende-se ao regime sucessório, a regras de proximidade familiar (incluindo união de facto) e a situações de carência económica, ponderados num plano de equidade;
d) Relativamente a todas as vítimas que faleceram no mesmo local, assenta-se na presunção de comoriência;
e) Quanto a familiares sobrevivos das vítimas atender-se-á, primordialmente, a cônjuge (ou unido de facto), descendentes e ascendentes;
f) Ter-se-ão, igualmente, em conta outros familiares sobrevivos que se encontrassem, à data do acidente, a cargo do falecido ou do ferido grave;
g) Ponderar-se-á ainda o facto de existirem pessoas com crédito proveniente de obrigação legal de alimentos a cargo da vítima;
h) Não colide nem inviabiliza qualquer cobertura de seguro aplicável (nomeadamente, seguro de incêndio, seguro de vida ou seguro de acidentes pessoais);
i) Não complementa nem interfere com outros fundos ou mecanismos compensatórios criados em razão deste incêndio, como o previsto no Decreto-Lei n.º 81-A/2017, de 7 de julho;

4. Considera-se ferido grave aquele que fique previsivelmente com uma incapacidade permanente geral igual ou superior a 65 pontos, nos termos da Tabela de Avaliação de Incapacidades Permanentes em Direito Civil, a ponderar por um colégio de três médicos; 

5. A compensação é paga em capital, mas, sempre que as circunstâncias do beneficiário o aconselhem, poderá ser fixada em renda, que não deverá exceder 60 prestações mensais; 

6. O valor a atribuir por cada vítima mortal ou ferido grave estará sujeito a diversas ponderações, que poderão implicar majoração ou diminuição no valor a pagar:

a) Existência de familiares menores a cargo da vítima;
b) Existência de filhos maiores a cargo da vítima;
c) Subsistência de cônjuge ou unido de facto a cargo da vítima;
d) Existência de familiares idosos ou deficientes a cargo da vítima;
e) Incapacidade de ferido grave que implique dependência permanente de terceira pessoa ou necessidade de adaptação de habitação ou do meio para realização do trabalho;
f) Necessidade de relocalização da casa de morada de família de que beneficiavam familiares sobrevivos da vítima;
g) Perda de atividade (agrícola, pecuária, silvícola ou industrial) que servia de sustento a familiares da vítima;
h) Situação patrimonial dos beneficiários da vítima;
i) Falecimento de várias pessoas da mesma família. 

7. Em relação a cada beneficiário, as diversas ponderações valorativas indicadas não se cumulam.

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A Associação Portuguesa de Seguradores é uma associação sem fins lucrativos, constituída nos termos da lei para defesa e promoção dos interesses das empresas de seguros e resseguros. O conjunto dos Associados da APS representa atualmente mais de 99% do mercado segurador, quer em volume de negócios, quer em efetivos totais empregados.

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APS | Associação Portuguesa de Seguradores
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